Relato do Sub Luiggi Pradi  

Há pouco mais de uma semana fui ao encontro do Mestre Guto, para passar mais um final de semana sob suas ordens. A ideia de estar com meu Mestre sempre me excita e me deixa feliz mas ao mesmo tempo fico apreensivo sobre o que acontecerá, pois sua mente criativa sempre reserva grandes surpresas pra mim enquanto estou com ele. E dessa vez não foi diferente. Sempre tive vontade de experimentar a castidade prolongada porém nunca tinha conseguido me adaptar a um cinto de castidade de modo que conseguisse ficar com ele durante todas as minhas atividades diárias, como trabalho e exercícios físicos. O dispositivo sempre machucava meu pau e logo tinha que ser retirado. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, um cinto de castidade não pode machucar o submisso. Deve ficar confortável para cumprir seu objetivo com eficácia, que é manter a castidade, a fidelidade e reforçar a posição do submisso em relação ao seu dominador. Não tem como objetivo causar lacerações, feridas ou quaisquer outros danos ao órgão genital do submisso. Como um bom dominador, o Mestre Guto sempre foi muito responsável em relação a isso e nunca me forçaria a uma prática que não fosse segura e pudesse me machucar.

Chegando na masmorra do meu Mestre, ele me disse que havia adquirido um novo cinto de castidade, o qual acreditava que se adaptaria bem ao meu pau e decidiu que deveríamos testá-lo durante o fim de semana, e eu como bom submisso que confia em seu Mestre, prontamente concordei. Realmente ele estava certo e o dispositivo de castidade ficou ótimo e extremamente confortável. Logo que colocamos o cinto meu mestre guardou as chaves e ordenou que eu me vestisse para darmos uma volta. Fiquei apreensivo com a ideia pois apesar de querer muito isso, sempre fica aquela sensação tola de que alguém vai perceber que você está usando o cinto por debaixo das calças, mas lá fomos nós para o passeio. Para minha surpresa, em muitos momentos eu até esquecia que estava com o cinto de castidade, fomos há vários lugares e ao andar, sentar, levantar, não tive nenhum problema. Voltamos pra masmorra, continuei casto e estava tudo ótimo até a manhã seguinte. Acordei com o pau latejando, as bolas doendo, estourando dentro do cinto, mas ao mesmo tempo o tesão parecia ainda maior do que se meu pau estivesse livre. Aquilo me dava um misto de sensações boas e ruins, me fazia contorcer, gemer e permaneci assim por boa parte da manhã, até que aquele tesão matinal passasse.

No fim do domingo eu estava me preparando pra ir embora como de costume e fui perguntar ao meu Mestre se poderia retirar o cinto pra que eu fosse pra casa mas ele decidiu que, já que fiquei bem com o cinto durante o final de semana, eu iria permanecer com ele durante a semana toda. Ele permaneceria com a chave obviamente e nos veríamos no próximo final de semana pra ele me libertar. Então coloquei minha roupa e fui embora.

O primeiro dia foi o mais tranquilo de todos apesar do incômodo matinal. Logo após aquele tesão incontrolável, me levantei, tirei uma foto do meu pau com o cinto e enviei ao Mestre seguindo suas ordens. Apesar de estar com as chaves, a foto servia como prova da castidade. Durante todo o dia tentei me controlar pra não ficar de pau duro, mas o cinto por si só, envolvendo o pau já era motivo pra me excitar. Passei o dia evitando pensar nele ou em outras coisas pra que não tivesse ereção, mas ela sempre vinha em algum momento ou outro me lembrando da minha condição de submisso e de quem estava no comando. 

No segundo dia acordei, ainda com mais tesão e louco pra tirar o cinto e deixar meu pau livre, mas não tinha saída daquela situação. Como amo CBT, sentir minhas bolas apertadas ali, de certo modo me excitava cada vez mais e a ereção demorou a passar. Depois de enviar a foto ao meu mestre fui trabalhar e durante o dia a frequência de ereções foi aumentando e meu pau ficando cada vez mais dolorido.

Assim que acordei no terceiro dia, vi que meu pau estava, além de dolorido, todo babado. Com certeza fique de pau duro várias vezes durante a noite por isso estava tão dolorido. Enviei a foto, tomei um banho e passei um lubrificante porque assim diminui o atrito entre o cinto e o pau, evitando alguma ferida pelo contato direto. Relatar ao meu Mestre as dores pela manhã ou durante o dia, só fazia com que ele tivesse ainda mais certeza de que fez a coisa certa. A certeza de que eu precisava passar por aquilo pra aprender a me controlar e dar valor aos momentos de prazer que ele me proporciona, no momento em que ele quer.

No quarto dia percebi que aquela situação de estar preso, com o pau e as bolas doloridas me excitava e me fazia sentir mais submisso ainda perante meu dominador. O fato de ter meu Mestre no controle, mesmo de longe, me mostrou que só ele pode decidir quando vou gozar, se vou gozar e se realmente preciso ou mereço isso.

No último dia em castidade, já consciente da minha posição de submisso, acordei e fiz todo o processo de rotina. Mas estava super ansioso, já que iria ver meu Mestre e finalmente seria liberto da minha castidade. Após o trabalho, fui ao encontro do Mestre em sua masmorra e ele decidiu que eu passaria mais uma noite com o cinto e que me soltaria somente na manhã seguinte. Mesmo tendo me comportado bem, não questionei sua vontade pois ele não precisa dar satisfações a mim.

Ser retirado da castidade foi um alívio. Mas ao mesmo tempo eu amava aquela situação, era uma dor gostosa, um tipo de tesão diferente e que acabava por satisfazer. Me fez ver que eu não precisava bater punheta pra sentir tesao no meu pau.

A experiência de ficar casto foi incrível, pois meu Mestre me mostrou uma nova maneira de sentir prazer mesmo estando longe dele e sempre sob sua supervisão. Espero ter a oportunidade de ficar preso novamente, por mais tempo e aprender cada vez mais que meu corpo e meu pau são do meu Mestre e só ele pode decidir quando eu posso me satisafazer ou gozar, porque ele é quem sabe o que é melhor pro seu submisso.

 


 

Luiggi Pradi`s Report


Just over a week ago I went to meet Master Guto, to spend another weekend under his orders. The idea of ​​being with my Master always excites me and makes me happy but at the same time I am apprehensive about what will happen, because his creative mind always reserves great surprises for me while I am with him. And this time was not different. I always wanted to experience prolonged chastity, but I had never been able to fit into a chastity belt so that I could stay with it during all my daily activities, such as work and physical exercises. The device always hurt my cock and soon had to be removed. Contrary to what many people think, a chastity belt can not hurt the submissive. You should be comfortable to accomplish your goal effectively, which is to maintain chastity, faithfulness, and strengthen the position of the submissive toward your domineering. It is not intended to cause lacerations, wounds or any other damage to the genital organ of the subject. As a good ruler, Master Guto was always very responsible in this regard and would never force me into a practice that was unsafe and could hurt me.



Arriving in my Master's dungeon, he told me that he had acquired a new chastity belt, which he believed would fit well for my cock and decided that we should test him during the weekend, and I as a good submissive who relies on his Master, I readily agreed.He was indeed right and the chastity device was great and extremely comfortable. As soon as we put on the belt my master kept the keys and ordered me to get dressed for a ride. I was apprehensive about the idea because although I really want this, there always is that silly feeling that someone will notice that you are wearing the belt under your pants, but there we went for the ride. To my surprise, in many moments I even forgot that I had the chastity belt, we went several places and when walking, sitting, getting up, I had no problem. We went back to the dungeon, I remained chaste, and everything was fine until the next morning. I woke up with the club throbbing, the balls aching, bursting inside the belt, but at the same time the horn seemed even bigger than if my cock were free. It gave me a mixture of good and bad sensations, made me squirm, moan, and stayed that way for a good part of the morning, until that morning warmth passed.

At the end of Sunday I was getting ready to leave as usual and I went to ask my Master if he could take off his belt so I could go home but he decided that since I got my belt on during the weekend, I would stay with him all week. He would obviously keep the key and see us next weekend for him to set me free. Then I put on my clothes and left.

The first day was the quietest of all despite the morning hassle. Soon after that uncontrollable excitement, I got up, took a picture of my dick with my belt, and sent it to the Master following his orders. Despite being with the keys, the photo served as proof of chastity. Throughout the day I tried to control myself so I did not get stuck, but the belt by itself, wrapping my cock was already a reason to excite me. I spent the day avoiding thinking about him or anything else so I would not have an erection, but she always came at some point or another reminding me of my submissive condition and who was in charge.



On the second day I woke up, still hornier and crazy to take off my belt and leave my cock free, but there was no way out of that situation. As I love CBT, feeling my balls tight there, it kind of got me more and more excited, and the erection slowed down.After sending the photo to my master I went to work and during the day the frequency of erections was increasing and my dick getting more and more sore.



As soon as I woke up on the third day, I saw that my dick was, besides aching, all ruffled. Sure enough, stick with it several times during the night so it was so sore. I sent the photo, took a shower and passed a lubricant because this reduces the friction between the belt and the stick, avoiding any injury from direct contact. Reporting to my Master the pains in the morning or during the day only made him even more sure that he did the right thing. The certainty that I had to go through it to learn to control myself and to appreciate the moments of pleasure he gives me, the moment he wants to.



On the fourth day I realized that the situation of being trapped, with the stick and the sore balls, excited me and made me feel more submissive still before my dominator.The fact of having my Master in control, even from afar, showed me that only he can decide when I'm going to enjoy it, whether I'm going to enjoy it and if I really need it or deserve it.

 

On the last day in chastity, already conscious of my submissive position, I woke up and did the whole routine process. But I was very anxious, since I would see my Master and finally be released from my chastity. After work, I went to meet the Master in his dungeon and he decided that I would spend another night with my belt and that he would release me only the next morning. Even though I behaved well, I did not question his will, for he does not need to satisfy me.

 

Being taken away from chastity was a relief. But at the same time I loved that situation, it was a hot pain, a different type of horniness that I ended up satisfying. Made me see that I did not need to prank to feel tesao in my dick.

 

The experience of being chaste was incredible, for my Master showed me a new way of feeling pleasure even though I was far from him and always under his supervision. I hope to have the opportunity to get stuck again, for longer and learn more and more that my body and my dick are my Master's and only he can decide when I can satisfy or enjoy myself because he is who knows what is best for me your submissive.

 


 

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