sessão de um submisso em minhas mãos no 2o. BDSM Camp

May 30, 2016

Como todos sabem, estou sempre me aprimorando e comprando novos acessorios e uma das novidades pro 2o BDSM Camp foi um aparelho que chama "ball crusher" que trouxe da minha última viagem pra Europa, fez sucesso no camp, juntamente com meu saco de couro e eletro, uma das minhas especialidades tbem.   Segue o relato do sub: 

 

 

Sessão com o Mestre Guto Lemos

 

E começam as sessões coletivas de BDSM já na sexta 13/5 após a chegada de internos subs de todo o Brasil....Ao me aproximar percebo que M Guto tem algumas folhas na mão na primeira consta meus dados pessoais, na segunda consta os meus fetiches (a lista é longa ou curta, dependendo do approach). M. Guto  me pergunta qual destes (indicando) eu mais me interesso, enquanto olho para a folha o tempo desacelera, começo a avaliar cada um dos itens que havia marcado anteriormente e como cada um desses vai impactar. Um, dois, três segundos antes de eu decidir pegar os leves (Privação dos Sentidos, Bondage, Tapas, Mascaras, Electro) esperando escapar despercebido a restrição em saco de couro que estava no final da lista. Mestre Guto então me leva para perto dos beliches que continham os equipamentos, pega uma máscara de couro e pergunta “já experimentou uma dessas?”, respondo que uma parecida sim e ele começa a desamarrar a parte de trás, porem está se encontra cheia de nós e ele me diz para ir desfazendo os nós. Deixo as mãos desfazendo os nós no automático enquanto olho ao meu redor, um saco de couro chama minha atenção atrás de mim, passo a olhar os outros internos, cada um sendo amarrado de uma maneira diferente. Nem percebo que terminei de desfazer os nós até o mestre Guto remover a máscara da minha mão e começar a abrir ela. “humm acho que vamos fazer isso então” fala o Mestre Guto segurando algo. Com o canto do olho vejo o que o Mestre Guto está tocando. O saco de couro que estava atrás de mim. Na minha mente deu um branco geral, olhei com uma mistura de medo e tesão, mais medo que tesão.

 

Enquanto removia o uniforme do camp, e deixava ele encostado em uma das beliches. Escuto o Mestre Guto falar, “Yuri, busca uma cadeira para mim.” O Yuri Servus era o sub de apoio das práticas do M. Guto Lemos no camp. Logo depois o Yuri retorna com uma cadeira, Mestre Guto me ordena sentar, e em poucos instantes a máscara vem sobre minha cabeça. Do lado de fora eu tentava manter a calma, do lado de dentro eu estava arrancando os cabelos, e mais dentro ainda eu procurava as instruções de como conseguir um mínimo de espaço para poder se soltar de um saco de couro apesar de não encontrar nenhuma instrução de como sair, apenas como prender. Logo veio a mordaça da máscara afivelada na parte de traz da cabeça. O cheiro do couro começou a invadir minha respiração e comecei a sentir um tesão descontrolável. Escuto o saco de couro ser aberto no meu lado, e ser colocado nos meus pés. O Mestre Guto então pegou um dos meus pés e deslocou para dentro. Eu como já tinha o manual na mão, levantei o outro pé e coloquei ao lado do outro. Provavelmente por ser algo inesperado. Mestre Guto pediu para ficar em pé, e eu senti o saco de couro envolvendo minhas pernas, torso e braços. Meus braços ainda possuíam movimentação pois o modelo era como uma camisa de força e saco de couro junto. Quando escutei o zíper subindo dos pés para cima foi o momento que percebi que não iria sair tão cedo. Os braços foram cruzados e presos nas costas. Enquanto os cordões eram afivelados, alguém me segurava para não cair, porem cada vez mais eu estava inclinando e meu instinto me fez eu forçar um dos tornozelos para compensar. Porem isso durou pouco tempo e quando percebi, estava de costas no chão. Gritos e gemidos ecoavam pela sala.

 

Então fui virado de lado, o zíper na parte de trás foi aberto e senti um massageador de próstata sendo inserido. Gemi um pouco mas já estava acostumado com algo maior. O zíper foi fechado e a parte da frente foi aberta, expondo para fora meu pau excitado e minhas bolas. Alguns segundos ou minutos se passaram até meu pau e minhas bolas serem forçadas por um orifício. Textura de acrílico, fiquei em duvida do que era, pesquisei então por todos os produtos feitos de acrílico. A lista foi muito curta. Cinto de castidade não era. Não demorou muito para mim descobrir o que era. Um ballcrusher. Na minha cabeça frases começaram a aparecer uma em sequência da outra antes da primeira dor me pegar desprevenido.

 

Os parafusos começaram a ser apertados, prendendo e comprimindo minhas bolas entre as duas placas de acrílico.  A dor começou a crescer, porém não era no mesmo local, logo que a evolução tratou de fazer as bolas usarem os mesmos receptores de dor dos rins. Enquanto ambas eram apertadas os rins doíam. Cada vez mais, cada quarto de volta de ambos os parafusos fazendo a dor crescer de forma exponencial. Mas o traidor do meu pau, mais duro impossível (ou pelo menos era assim que eu sentia). Subitamente desejo sentir o contato de alguém, meu corpo apesar da dor deseja o mínimo que seja de contato e acabo por encontrar isso, sinto a máscara encostar em alguém, quem você vai me perguntar... eu não tenho a mínima ideia.

 

Da maneira com que me encontro, fica difícil saber o que está acontecendo ao meu redor, porem os gemidos de dor e prazer circulam no ar, alguns gritos, algumas chicotadas (varias) ecoavam pela sala. Sou arrancado do meu passeio pelos sons sala por mais uma volta no crusher. Me contorço no chão enquanto procuro uma posição que doa menos. Ao mesmo tempo que alguém massageava meu pau. Apesar da dor, percebo que estou gostando da situação. De forma súbita meu pau começou a pulsar na já conhecida sequência. Acabei por gozar, provavelmente muito.

Fiquei la parado, sentindo o calor de estar quase completamente envolto em couro. Senti a pressão diminuir nas minhas bolas e em pouco tempo o crusher ser removido. Os segundos vão passando ate eu sentir uma lufada de ar invadir um dos lados do meu peito, alguém havia aberto um dos locais que dava acesso aos meus mamilos. Gelo. Sou pego de surpresa me contorço enquanto meus mamilos endurecem, ficando molhados. Sinto a agua escorrer para minhas costas quentes e suadas. Então tudo para, nenhum outro estimulo além dos sons dos chicotes e dos gemidos que ocorrem ao meu redor.

 

“Yuri, pega em um dos kits uma camisinha para mim” – Escuto o Mestre Guto falar enquanto vários pontos de interrogação surgem na minha cabeça. Em poucos minutos Yuri volta e escuto o barulho de uma camisinha sendo aberta (okay, teve uma pequena troca de frases antes) – “eu vou segurar aqui, enquanto você abre ela e coloca aqui” disse o Mestre Guto.

Eu pensei na frase 3 vezes antes de ter uma ideia do que viria a seguir, senti minhas bolas serem puxadas e a camisinha vir por cima delas, com uma pequena adição, dois eletrodos. Tentei identificar o tipo dos eletrodos para ter uma ideia do que viria a seguir e qual das caixas eles estavam usando. Erostek, Zeus, Mystim, fui passando caixa a caixa, nenhum deles tem um eletrodo tão pequeno. Eu fiquei gelado, é um tens...

 

Começou fraco, mas ao mesmo tempo intenso. Eu poderia discursar sobre a diferença entre as caixas de electro, mas vou apenas dizer os impulsos de uma máquina de tens são bem mais agudos daqueles os que eu estava acostumado. Dava para sentir cada onda de eletricidade no pequeno circuito montado similar a coleira elétrica que experimentei no Domingo/Segunda a noite. Então o nível subiu rápido, diversas vezes, me fazendo gemer e urrar de dor em diferentes níveis.

 

De forma bruta a camisinha é arrancada, levando com ela os eletrodos. Logo em seguida a mordaça é removida, o Mestre Guto então me pergunta se está tudo bem, respondo que sim. A máscara começa a ser desamarrada e percebo que a sessão está chegando ao fim. Como uma criança que gostaria de ficar na cama mais um pouco, quase peço para ficar mais tempo assim, porem seguro a vontade de pedir principalmente por prudência e receio.

 

Fico em pé ainda preso dentro do saco, as fivelas que prendiam meus braços crusados são desamarradas, Mestre guto então orienta o Yuri a passar os zippers para baixo, por baixo dos cordões. Yuri acaba por esquecer um na parte de cima, então aproveito o tempo extra para curtir um pouco a textura, do cheiro, da temperatura, antes que tudo termine apesar das lufadas de ar frio que agora entram por onde antes havia um zíper fechado. Chega a hora de sair, reluto em tomar uma decisão por alguns segundos, mas no final desloco meu ombro para traz, liberando espaço suficiente para que um dos meus braços saia para fora, seguido pelo resto do corpo de volta ao ar gelado da noite.

 

 

 

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