Relato do Sub Pain Pig  

Se eu já não tiver perdido as contas, esta é a sexta sessão com o Mestre Guto.

 

Desde a primeira propus ser vendado assim que chegasse ao seu apartamento. Era uma fantasia que eu tinha de longa data, ser usado sem ter a mínima ideia de quem seria o dominador. Desde então todas as nossas sessões tem sido assim.

 

Então, novamente, entro de costas pela porta, pronto para ser vendado. O Mestre me encaminha até o banheiro, onde tomo banho e faço outros preparativos. Apesar da confiança crescente começar a sessão vendado sempre fortalece a sensação de vulnerabilidade e entrega.

 

Saio vendado do banheiro e sou levado para o quarto. Ele coloca tornozeleiras em meus pés e sou ordenado a ficar de quatro na cama. As tornozeleiras são presas uma na outra e não posso mais afastar meus pés.

 

Mestre Guto me pergunta se eu havia voltado para ser humilhado e respondo que sim. Meus pés e bunda são espancados. Eu gemo suportando a dor, evitando me mexer. A dor fica cada vez mais intensa, mas eu gosto. O corpo reage e quer se afastar, os grunhidos ficam mais fortes. Tenho que agradecer pela honra. O Mestre decide parar e passa a massagear meu ânus, preparando-o para ser fodido... Não antes de me obrigar a cheirar sua cueca usada, meu rosto sobre ela, sentido seu odor enquanto estou de quatro sendo fodido.

 

Vou sendo penetrado aos poucos. Tento relaxar para que doa menos, e logo toda a rola dele está dentro de mim. Contraio meu cu, pulsando para satisfaze-lo ao máximo. Também estou curtindo, a foda e a humilhação me agradam muito.

 

Depois de fodido tenho um plug enfiado no rabo. Sou virado com a barriga para cima, ainda com as cuecas sobre o rosto. Meu pau é preso, ficando encolhido e do tamanho ridículo que o pau de um sub deve ter.

 

Sou posto de joelhos no chão, ao lado da cama. Já estou ciente da minha obrigação. Começo a chupar e lamber seus pés. Tento salivar e lamber cada canto deles e massagear com os dedos.

 

Ora ou outra só paro para enfiar o plug de volta. Nesses minutos adorando seus pés minha mente às vezes reluta. Sou pouco experiente e em alguns momentos sinto a humilhação bater, me questionar, minha língua e costas cansarem... Então, quando sinto que estou lá para isso mesmo, curtir estar sob o domínio de um Dom, me excito novamente, meu pau pulsando contra a presilha. Foco em fazer o melhor e aproveitar a oportunidade dada.

 

Depois de lamber seus pés sou colocado de pé e dirigido ao estúdio, já sem as tornozeleiras e caneleiras. Fico de pé, esperando o que ele decidir fazer comigo. Ouço sons metálicos e outros ruídos que atiçam minha imaginação e desejos.

 

O Mestre ordena que eu permaneça de olhos fechados enquanto troca minha venda.

 

Em meu pescoço ele coloca uma coleira metálica. Não é muito pesada, mas era a primeira vez que eu sentia uma deste tipo sendo colocada. E que delícia ouvir o click do cadeado!

 

Ouço ele procurar alguma coisa pelo apartamento e não me contenho... Passei os dedos pela coleira, certo que só ele teria o direito e decisão de tirá-la. Quero sentir com mais detalhes. Ofego brevemente de tesão.

 

 

Nos mamilos o Mestre coloca prendedores metálicos. Nos pulsos são colocadas algemas, mais pesadas e grossas que as comuns. E nos pés recebo grilhões. Cada click dos cadeados me excita mais e mais, nem sei como meu pau não estourou na gaiolinha! Continuo de pé. Esperando o próximo passo.

 

 

Sempre vendado.

 

 

Os sons vão mudando, acompanho curioso e ansioso pelo próximo sofrimento, a próxima humilhação. Fico torcendo por algumas coisas, menos por outras, mas confiante que será tudo dentro dos limites combinados, como tem sido sempre.

 

O Mestre já havia avisado estar ocupado no mês, mas eu não esperava pelo que viria... Não tenho noção do tempo. Espero em pé, às vezes sentindo os elos e a algema. Sons pelo apartamento e nada mais acontecia.

 

Era o que eu pensava. Novamente, aos poucos, sem saber se era a intenção do meu Mestre, eu ia cansando fisicamente e mentalmente. Sou pouco experiente, ainda muito ansioso para que muito aconteça no pouco tempo que temos ali.

 

 

E continuava de pé.

 

 

Nem foi por muito tempo, e por isso mesmo eu pensava que deveria estar resistindo melhor. Para quem tanto fantasiava ficar dias preso ainda era nada. Seja qual fosse a motivação ou razão do Mestre era meu papel esperar. E entendendo isso fui curtindo aquele estado de espera.

 

Provavelmente percebendo meu cansaço de ficar em pé o Mestre permitiu que eu me sentasse.

 

Continuei sentado, com mais conforto, preso e vendado. Algum tempo depois ele confirma comigo até que horas eu posso ficar. Respondo 17h, que era o máximo possível, apesar que, por motivos externos, era melhor se eu saísse às 16h. Mas queria me oferecer ao máximo, então disse 17h.

 

Ele me informou que eu ficaria ali, cativo, enquanto ele resolvia as questões dele.

 

Talvez isso significasse mais quatro horas daquele jeito. Algo pelo qual nunca tinha passado, contando que já estava há algum tempo lá. Já havia me comprometido e naquele momento desejando muito ser mantido até às 17h. Era possível, então topei.

 

Meu Mestre então me presenteou com a oportunidade de poder ver seu estúdio. Ordenou que eu fechasse os olhos enquanto tirava a venda e que só abrisse quando ele estivesse saído.

 

Então, após me acostumar com a luz azul, primeiro me vi nu, meu pau encolhido, as algemas... Pensando que ficaria mais algumas horas ali daquela maneira me satisfez muito mesmo! Era o que queria.

 

Fui aos poucos olhando em volta, que delícia! Estava sem óculos mas conseguia ter noção da maioria dos objetos. Sem saber se deveria me levantei para observar melhor o ambiente e os acessórios. Não vou listar mas são itens que cobrem dezenas de fantasias... E só de pensar que alguma daquelas poderiam se realizar em pouco tempo, naquele dia mesmo, me excitava enormemente.

 

As correntes nos pés limitavam meus passos e gostei muito de sentir essa restrição.

 

Vi o máximo que pude, sem tirar nada do lugar, antes de me sentar novamente. Aceitando que pudesse ficar horas cativo deitei no chão, sentido as correntes de outra maneira.

 

Mas os planos ou necessidades do Mestre eram outro. A porta se abre, eu volto a sentar já fechando os olhos. Sem necessidade porque ele estava mascarado, mas eu não iria olha-lo sem permissão.

 

Sou liberado das correntes e coleira aos pouco, mas não da sessão. Meu pau é solto também. Sou  ordenado a deitar no chão, segurando um funil com o cano na boca. Seguro, e em seguida o mijo vem, não só para beber mas em meu corpo também.

 

Sou muito grato por receber o mijo de meu Mestre.

 

Sou seco e colocado contra a parede. Totalmente nu, sem venda nem nada me prendendo. Aceito minha condição e então outra uma surpresa. Devo me masturbar enquanto tenho minha bunda espancada.

 

Se fizesse novamente teria me demorado mais, porém fiquei com receio de ficar muito marcado. Sou bem limitado com essas coisas, só marcas moderadas escondidas na bunda. Mas o tratamento estava ótimo, o Mestre sabe como cuidar do que é dele.

 

 

Gozei no chão e parede... Já estava me preparando para ter que limpar com a língua...

 

 

Mas veio outra surpresa não tão boa. Eu estava sendo liberado da sessão antes das 14h. O que conta é a qualidade e espero sempre dar meu melhor para o Mestre, aprendendo e me realizando como seu submisso. Por isso Fico no aguardo de outras oportunidades para me submeter a ele, sejam elas curtas, aproveitando bem. Fico pensando como conseguir sessões cada vez mais longas, se for desejo dele também, e testar meus limites com submisso e masoquista.

 

 

PainPig


 

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